Em entrevista coletiva concedida na manhã desta segunda-feira (10), o presidente do Corinthians, Augusto Melo, abordou a possibilidade de enfrentar um processo de impeachment.
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Com firmeza, o líder do clube expressou não temer a perspectiva de ser destituído do cargo. Além disso, ele classificou a eventual ação como um movimento “golpista” por parte da oposição.
“Não vejo motivos para isso [impeachment]. Não passa pela minha cabeça. Ninguém conseguirá nos derrubar. Fui eleito pelo voto dos sócios com uma expressiva votação após uma gestão de 16 anos que já não era mais sustentável”, afirmou Augusto Melo.
“Não vamos falhar. Cometeremos erros, sim, mas é nossa responsabilidade ter humildade para corrigi-los”, acrescentou o presidente corintiano.
Segundo informações da CNN Brasil, setores da oposição dentro do Corinthians estão iniciando um movimento político visando um possível processo de impeachment.
Apesar do seu curto período à frente do clube, Augusto Melo viu membros da sua equipe de confiança deixarem seus cargos. O diretor jurídico Yun Ki Lee, o diretor financeiro Rozallah Santoro e o diretor-adjunto de futebol Fernando Alba foram afastados devido a polêmicas dentro e fora dos gramados, especialmente no caso envolvendo a parceria com a VaideBet.
Diante disso, grupos de oposição já estão sinalizando, ainda que de modo incipiente, a criação de um ambiente político para um eventual impeachment de Augusto Melo.
Uma das justificativas mencionadas está no Artigo 106 – Inciso B do estatuto do clube, que estipula que causar “prejuízo considerável ao patrimônio ou à imagem do Corinthians, por ação ou omissão” é motivo para solicitar a destituição dos administradores (Presidente da Diretoria ou Vice-Presidentes).
Os membros da oposição argumentam que o presidente teria sido diretamente responsável pela perda do patrocínio da casa de apostas, o que teria impactado negativamente o clube.